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17,9 milhões ficaram fora da força de trabalho de 31/5 a 6/6 com a pandemia

Atualizado: Jul 6

Dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua Covid (Pnad Covid), divulgada nesta sexta, 26, pelo IBGE Dados são da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua Covid (Pnad Covid), divulgada nesta sexta, 26, pelo IBGE



O contingente de pessoas desocupadas somou 11,228 milhões de trabalhadores na semana de 31 de maio a 6 de junho, alta de 14,4% ante os 9,817 milhões de desocupados registrados na primeira semana de maio, entre os dias 3 e 9, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua Covid (Pnad Covid), divulgada nesta sexta, 26, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Outras 17,917 milhões de pessoas estavam fora da força de trabalho, gostariam de trabalhar, mas não procuraram emprego por causa da pandemia de covid-19 ou porque não havia vagas em sua localidade.


A taxa de desocupação ficou em 11,8% na primeira semana de junho, ante 10,5% na primeira semana de maio. O IBGE informou que não calculou taxas compostas de subutilização do trabalho na versão semanal da Pnad Covid - uma vez por mês, a nova pesquisa tem uma divulgação consolidada dos dados do mês fechado.


A soma dos desocupados com o contingente de trabalhadores que estavam sem trabalho por causa da pandemia ficou em 29,145 milhões na semana de 31 de maio a 6 de junho, 0,7% acima dos 28,954 milhões da primeira semana de maio. Quando se leva em conta todos os motivos, e não apenas a pandemia, para não procurar emprego, entre as pessoas que gostaria de trabalhar, esse contingente ficou em 38,066 milhões na primeira semana de junho, 1,2 milhões de pessoas a mais do que na primeira semana de maio.


No total, a população ocupada foi estimada em 83,7 milhões de trabalhadores. O número ficou estável em relação à semana anterior (84,4 milhões) e em relação à semana de 3 a 9 de maio (83,9 milhões), indicando que não houve fechamento relevante de vagas no período.


Entre os ocupados, 8,9 milhões (ou 13,2% do total) trabalhavam remotamente, contingente que ficou estatisticamente estável em relação à semana anterior (8,8 milhões ou 13,2%) e, também, em relação à semana de 3 a 9 de maio (8,6 milhões ou 13,4%), informou o IBGE.


A taxa de informalidade chegou a 35,6%, crescendo em relação à semana anterior (34,5%) e permanecendo estatisticamente estável (35,7%) ante a semana de 3 a 9 de maio. Segundo o IBGE, 29,783 milhões de trabalhadores estavam em atividades consideradas informais na semana de 31 de maio a 6 de junho, 178 mil trabalhadores a menos do que o contingente registrado na primeira semana de maio.


Além disso, cerca de 13,5 milhões (16,1% da população ocupada) estavam afastados do trabalho devido ao distanciamento social. Esse contingente teve redução em relação à semana anterior (14,6 milhões ou 17,2% da população ocupada) e também frente à semana de 3 a 9 de maio (16,6 milhões ou 19,8% dos ocupados).


A nova pesquisa é uma versão da Pnad Contínua, planejada em parceria com o Ministério da Saúde. A coleta mobiliza cerca de dois mil agentes do IBGE, que levantam informações de 193,6 mil domicílios distribuídos em 3.364 municípios de todos os Estados do País. A divulgação desta sexta-feira, 26, da Pnad Covid inclui os dados da primeira semana de junho, após os dados referentes às quatro semanas de maio terem sido divulgados em conjunto. A partir de agora, as divulgações passarão a ser semanais.


26.6.2020 | ESTADÃO

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